Nesta aula, estudantes do 3º ano do Ensino Médio irão realizar um projeto de criação de um mapa interativo, com o objetivo de ilustrar a disseminação dos regimes fascistas ao longo do século XX. Os alunos vão aprofundar o estudo dos países influenciados por regimes fascistas, destacando suas características comuns, diferenças, e o impacto geopolítico. Utilizando ferramentas digitais, os alunos serão divididos em grupos responsáveis por investigar diferentes países e suas peculiaridades no contexto fascista. Cada grupo irá desenvolver um segmento do mapa interativo e, ao final, apresentarão suas análises ao restante da turma. Esta atividade não só desenvolve o pensamento crítico e análise histórica, mas também promove habilidades tecnológicas e de trabalho colaborativo, engajando os alunos em um processo de aprendizagem significativo e interdisciplinar que articula História, Geografia e Política. Ao final, os alunos deverão ser capazes de discernir as consequências históricas do fascismo e conectar estas lições aos desafios contemporâneos, como a ascensão de novos regimes autoritários.
Os objetivos de aprendizagem desta atividade são fomentar a compreensão crítica dos alunos sobre os impactos históricos e contemporâneos dos regimes fascistas e desenvolver habilidades tecnológicas e colaborativas. Este projeto pretende que os alunos analisem dados históricos utilizando ferramentas digitais, promovendo a integração de conhecimentos de Geografia e História para construir narrativas coerentes e críticas sobre o impacto do fascismo. Além disso, busca-se engajar os alunos em um processo de aprendizagem ativo, onde a colaboração em equipe e a comunicação são fundamentais, preparando-os para debates informados e para a realização de projetos complexos em contextos acadêmicos ou profissionais futuros.
O conteúdo programático desta atividade abarca questões geopolíticas e históricas sobre a ascensão e disseminação do fascismo durante o século XX, seus impactos e ressonâncias na atualidade. Dentro deste escopo, os alunos vão explorar diferentes manifestações do fascismo em países diversos, compreendendo suas semelhanças e particularidades, além de suas consequências para o cenário global atual. Adicionalmente, os alunos terão a oportunidade de trabalhar com ferramentas digitais para criar e apresentar suas análises, explorando a interconexão entre tecnologia e estudos sociais.
A metodologia aplicada nesta atividade é a da Aprendizagem Baseada em Projetos, que incentiva os alunos a serem protagonistas do próprio aprendizado. A estratégia adotada visa engajar os estudantes em desafios reais, permitindo que explorem conteúdos complexos de forma colaborativa e aplicada. Durante o projeto, os alunos utilizarão ferramentas tecnológicas para a criação de materiais interativos, desta forma desenvolvendo habilidades práticas que serão valiosas em seu futuro acadêmico e profissional. A aprendizagem se dará em um contexto dinâmico que favorece a pesquisa, a troca de ideias e a reflexão crítica sobre os temas abordados.
O cronograma da atividade está organizado em uma aula de 60 minutos, onde os alunos serão orientados desde a introdução ao tema até a elaboração final do mapa interativo. No início, haverá uma breve contextualização histórica e geopolítica do fascismo, seguido pela formação dos grupos e distribuição das tarefas. Os alunos irão pesquisar, discutir entre si e utilizar ferramentas tecnológicas para criar suas partes do mapa. O cronograma culmina com a apresentação das análises feitas por cada grupo, propiciando uma troca de ideias e discussão coletiva sobre o tema.
Momento 1: Introdução ao conceito de fascismo (Estimativa: 15 minutos)
Inicie a aula contextualizando o tema do fascismo no século XX. Utilize um breve vídeo ou apresentação de slides com imagens e pontos chave para ilustrar a ascensão dos regimes fascistas na Europa e suas características principais. É importante que os alunos consigam identificar os elementos centrais que definem o fascismo. Permita que eles façam perguntas e tragam seus conhecimentos prévios sobre o tema.
Avalie a compreensão inicial dos alunos através das perguntas feitas e pela participação.
Momento 2: Formação dos grupos e distribuição dos países para pesquisa (Estimativa: 10 minutos)
Organize a turma em grupos, assegurando diversidade em habilidades e afinidades. Distribua um país influenciado pelo fascismo para cada grupo, detalhando as expectativas de pesquisa: história do regime, características especÃficas, líderes envolvidos, eventos marcantes e impactos geopolíticos. Oriente sobre a importância da colaboração e divisão de tarefas internas.
Avalie a capacidade dos grupos de se organizarem de forma eficiente e justa.
Momento 3: Pesquisa inicial sobre o país designado (Estimativa: 20 minutos)
Leve os alunos ao laboratório de informática ou permita o uso de dispositivos pessoais para que iniciem a pesquisa sobre seus respectivos países. Circule entre os grupos para orientar, esclarecer dúvidas e estimular o pensamento crítico sobre as fontes utilizadas. Sugira que anotem os pontos principais em uma plataforma digital colaborativa, como Google Docs ou Padlet.
Observe se todos os membros estão engajados na atividade e registre a participação ativa.
Momento 4: Início da construção do mapa interativo (Estimativa: 15 minutos)
Com a pesquisa inicial em mãos, oriente os alunos a começarem a esboçar seu segmento do mapa interativo utilizando softwares de mapeamento digital, como o ArcGIS Online ou o Google My Maps. Indique que cada grupo identifique, no mapa, os eventos e características principais do regime fascista no país estudado. Reforce a importância de uma representação visual coerente e informativa.
Avalie o progresso dos grupos e a aplicação dos dados pesquisados no mapa, oferecendo feedback para melhorias.
A avaliação da atividade será diversificada e contemplará os diferentes aspectos do processo de aprendizagem dos alunos. Será realizada uma avaliação formativa durante todo o desenvolvimento do projeto, onde o professor fornecerá feedback contínuo sobre o processo de pesquisa e criação dos mapas. Ao final, a avaliação somativa incluirá a apresentação dos mapas interativos, onde cada grupo deverá justificar suas escolhas e análises, demonstrando o entendimento crítico das informações trabalhadas. Os critérios de avaliação estarão baseados na originalidade, profundidade das análises, qualidade na utilização de ferramentas tecnológicas e habilidade de trabalho em grupo. Exemplos práticos incluirão a participação ativa nas discussões em sala e a capacidade de conectar as questões históricas com eventos contemporâneos relevantes.
Os recursos necessários para esta atividade incluem ferramentas tecnológicas e digitais, como softwares de mapeamento interativo e acesso à internet para pesquisas. Materiais de apoio, como artigos acadêmicos e documentários sobre fascismo, também são recomendados para enriquecer a base teórica dos alunos. Esses recursos serão fundamentais para a condução das investigações e fundamentação das análises críticas realizadas pelos alunos. O uso pedagógico e ético da tecnologia será promovido, garantindo que os alunos possam explorar e compreender melhor o contexto geopolítico e histórico abordado.
Reconhecendo os desafios enfrentados pelos professores no dia a dia, é essencial traçar estratégias práticas e concretas para garantir a inclusão e acessibilidade de todos os alunos. Para alunos com dificuldades de socialização, pode-se incentivar a formação de grupos heterogêneos, propiciando um ambiente de colaboração e apoio mútuo. É importante criar um espaço seguro, onde todos possam expressar suas ideias sem receio. Já para alunos que enfrentam barreiras socioeconômicas, recomenda-se o uso de recursos de baixo custo ou gratuitos e a flexibilidade nos cronogramas, permitindo a participação de alunos com compromissos extracurriculares. Além disso, utilize tecnologias acessíveis e promova um debate inclusivo, envolvendo todos os alunos e respeitando suas particularidades.
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